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quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Oficina de cartazes


No sábado (5/11), o Comitê Universitário em Defesa das Florestas convida membros e voluntários para a oficina de cartazes. O encontro será no Museu Nacional da República, que fica conjunto cultural da República em Brasília, às 15h. Os interessados podem também contribuir levando cartolina, canetinha e tinta ou simplesmente ajudar a escrever. Para mais informações ligue para Dani (61- 91543405).

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Comitê Brasil em Defesa das Florestas lança site na internet





Por que tanta polêmica em torno da manutenção do que resta das nossas florestas? Será possível que ambientalistas, cientistas, religiosos, empresários, representantes de comunidades, movimentos sociais e tantos cidadãos e cidadãs manifestem sua indignação diante do texto do Código Florestal, aprovado pela Câmara dos Deputados, apenas por um suposto radicalismo ou desejo de conflito sem cabimento? Será justo afirmar que os defensores das florestas não levam em conta as pessoas e suas necessidades de produzir e consumir alimentos? Do que se trata, afinal? O que importa para todos os brasileiros? Este é o início do manifesto que o Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável publicou no site lançado na internet nesta terça-feira (1).

Junto à campanha #florestafazadiferenca, a página reforça o movimento contra as mudanças no Código Florestal, em andamento no Senado Federal pelo PLC 30/2011. No endereço www.comiteflorestas.org.br o internauta encontra notícias,  agenda de eventos organizados pelo Comitê, textos referentes ao assunto e links. Além disso, disponibiliza para download o “Abaixo-Assinado em Defesa das Florestas”, bem como endereços e contatos dos Comitês Regionais.

Essa é mais uma iniciativa da sociedade organizada, atenta e mobilizada para cobrar dos parlamentares postura coerente para evitar mudanças no Código Florestal que impliquem mais desmatamento de áreas naturais e da vegetação ao longo dos rios, nascentes e riachos e também anistia para crimes ambientais. Participe também pelo site http://www.florestafazadiferenca.org.br/assine/

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Já viu os depoimentos em apoio às florestas?

http://www.youtube.com/watch?v=B18nPmKsKAI&list=PL067629326F4726BD&feature=plpp_play_all

Coleta de assinaturas



Enquanto o debate ocorre no Senado, os Comitês Estaduais em Defesa das Florestas do Desenvolvimento Sustentável seguem coletando assinaturas para a campanha #florestafazadiferenca e fazem a 1ª Convocação para Contagem e Entrega dos Abaixo-assinados, nesta terça-feira (1/11).
A convocação é dirigida a todos os comitês regionais, organizações da sociedade e pessoas físicas que participaram do processo. Para tanto, os participantes devem enviar o número de assinaturas coletadas para os emails comiteflorestas@gmail.com e rejane.pieratti@gmail.com e, além disso, devem enviar os formulários assinados para os endereços abaixo.
“É importante lembrar que essa primeira convocação não significa o fim da coleta; pelo contrário, agora é que todos precisam unir esforços”, alerta Carolina Stanisci, do Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS). Além de amanhã, estão programadas duas convocações – 15/11 e última semana de novembro – para balanço do movimento de assinaturas.
Essa é mais uma iniciativa da sociedade organizada, atenta e mobilizada para cobrar dos parlamentares postura coerente para evitar mudanças no Código Florestal que impliquem mais desmatamento de áreas naturais e da vegetação ao longo dos rios, nascentes e riachos e também anistia para crimes ambientais.


Endereços para entrega dos abaixo-assinados:

Comitê Florestas do DF
·         Caixa Postal 6137, CEP 70740-971, Brasília - DF
·         Funatura
SCLN 107 Bl, B, sala 201 - Asa Norte
CEP: 70743-520 Brasília - DF

Comitê Florestas de Curitiba/PR
·         União dos Escoteiros do Brasil - Paraná
Rua Desembargador Ermelino de Leão, 492
CEP 80410-230 Curitiba - PR

Comitê Florestas São Paulo/SP
·         Ação Educativa e Associação Brasileira de ONGs
Rua General Jardim 660 –Vila Buarque - São Paulo - 01223-010
·         Fundação SOS Mata Atlântica
Avenida Paulista, 2073, Condomínio Conjunto Nacional, Torre Horsa 1 – 24 Andar – CJ 2407/2408 - Bela Vista
CEP: 01311-300 São Paulo
·         Instituto Refloresta
Rua Dr. Augusto de Miranda 1186, casa 02 - Vila Pompéia
CEP: 05026-001 São Paulo - SP
·         Vitae Civilis - Cidadania e Sustentabilidade
Rua Itápolis, 1468 - Pacaembu
CEP: 01245-000 São Paulo - SP

Comitê Estudantil São Carlos/SP
·         Secretaria do CAASO (Centro Acadêmico Armando Salles de Oliveira)
USP São Carlos Campus 1
Av. Trabalhador Sao Carlense nº 400

Comitê Florestas Rio de Janeiro/RJ
·         ITPA
Av. Graça Aranha, 145/402 - Centro
CEP: 20030-003 Rio de Janeiro- RJ

Comitê Fortaleza/CE
·         Associação Civil Alternativa Terra Azul
Rua Floriano Peixoto, 1440
CEP: 60.025-130 Fortaleza – CE
         
Comitê Belo Horizonte/MG
·         Associação Mineira de Defesa do Ambiente - Amda
Rua Timbiras, 1560 - sala 1704 - Funcionários
CEP: 30140-061 Belo Horizonte – MG

Comitê Florestas Rio Grande do Sul
·         Sindicato dos Servidores Federais do Rio Grande do Sul- SINDISERF/RS
Rua General Bento Martins, 24 conjunto 901 - Centro
CEP: 90010-080 Porto Alegre - RS

Comitê Florestas Mato Grosso (ainda em formação)
·         Formad 
Rua Carlos Gomes 20 - Bairro Araes
CEP: 78005-260 Cuiabá - MT

Comitê Florestas Recife/PE
·         SNE
 Av. Visconde de Suassuna, 923 – 5º andar, sala 503. Santo Amaro
 CEP: 53700-000 Recife - PE

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Mobilização pelas florestas participa da 2ª Marcha contra a corrupção

Nesta quarta-feira (12), o Comitê DF em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável convida a população para se reunir ao lado Museu da República, em Brasília, a partir das 10h, para coleta de assinaturas contra a reforma do Código Florestal e para somar forças na 2ª Marcha contra a Corrupção, que ocorrerá em todo o país. 

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Economia associada à ecologia é defendida no lançamento do Comitê DF

por Solange Pereira Pinto
WWF-Brasil


Na segunda-feira (10), a chuva que finalmente chegou ao Distrito Federal, depois de longa e castigante seca, não impediu que o auditório do Museu de República ficasse lotado durante lançamento do Comitê DF em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável. Políticos, estudantes, estudiosos, entidades e movimentos sociais, ambientalistas, artístico-culturais prestigiaram a mobilização da sociedade contra as reformas previstas no Código Florestal, que abrem precedentes para destruição da vegetação nativa em todo o Brasil.


Na abertura, a geógrafa Mônica Veríssimo, membro do Fórum de ONGs ambientalistas, apresentou mapas do DF para explicar sobre a localização das áreas de proteção ambiental e como mudanças na legislação podem influenciar ainda mais na diminuição de áreas verdes, conforme já se vê pelas imagens de satélite a devastação ampla do cerrado no Planalto Central.

Pedro Ivo, do Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, ressaltou a pressão, no Senado Federal, para que o projeto de lei complementar (PLC 30/2011) seja votado ainda em novembro e do quanto essa pressa pode prejudicar as discussões para a elaboração de um texto adequado e comprometido com o cenário político-ambiental internacional e sustentabilidade planetária. “Não querem que o debate avance até 2012 por causa da Rio + 20 (Conferência das Nações Unidas em Desenvolvimento Sustentável), quando mais compromissos ambientais entrarão em cena, como, por exemplo, redução na emissão de carbono pelo Brasil”, destacou.


André Lima, advogado ambientalista, falou sobre o absurdo que o projeto de reforma propõe quanto à possibilidade de se desmatar uma área de cerrado em Brasília e “recuperá-la” no Piauí, por exemplo. Lima, também, convidou todos para se mobilizarem em prol das florestas na 2ª Marcha contra a Corrupção prevista para ocorrer em todo o país no feriado de 12 de outubro.

A estudante Iara Vicente, representando o Comitê Universitário, parabenizou o movimento contra a criação do setor Noroeste em Brasília, local onde vive uma comunidade indígena Fulni-o Tapuya. “Em nome da especulação imobiliária, destrói-se o cerrado e a construtora já está cercando a área dos índios, antes mesmo da decisão judicial. Isso é criminoso, pois santuário não se move e os povos indígenas são guardiões da biodiversidade”, salientou.

Na sequência, o poeta Felipe Viteli, da Tribo das Artes, declamou sobre a situação das regiões administrativas dizendo em um trecho que o “Recanto já não tem emas, as águas já não são claras e a samambaia não dá flor”, fazendo sua crítica poética sobre o descuido ambiental e crescimento desordenado no DF. “Tudo é garantido por lei, mas a lei não é praticada”, declarou.

Já o deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ) defendeu a mudança de paradigma para o desenvolvimento nacional e apontou que a reforma, em curso no Senado, retrocede décadas em termos de legislação protecionista do meio ambiente. “É um horror que a liderança da reforma esteja no setor mais atrasado e mafioso dos produtores rurais. A proposta de mudança no Código Florestal vem do setor que promove grilagem de terras, devasta o meio ambiente, oprime trabalhadores dignos e até assassina. É uma direita reacionária que não quer o avanço do país. Temos que lutar pelo desenvolvimento da economia verde”, reforçou Sirkis.

Para ele, o Produto Interno Bruto (PIB) não pode mais ser a única referência de desenvolvimento, pois é um indicador que mensura quantitativamente e não qualitativamente a atividade econômica de um país. “Esperamos que na Rio + 20, um novo conceito de economia seja adotado. Precisamos avaliar também a forma como as nações estão crescendo. Implantar a economia verde é fundamental face às mudanças climáticas e proteção da biodiversidade. Nesse sentido, é importante precificar os serviços ambientais prestados pelos ecossistemas para o desenvolvimento da economia. Precisamos formalizar essa nova maneira de encarar a economia; adotar mecanismos supranacionais para lidar com os problemas planetários”, explicou o senador Sirkis.

O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) lamentou que a reforma do Código Florestal não leve em consideração a opinião dos especialistas que defendem a manutenção das normas sobre as Áreas de Preservação Permanente (APP) e a Reserva Legal (RL), assim como a posição dos movimentos sociais representantes dos pequenos agricultores e da agricultura familiar.
 
Quanto à diversidade territorial brasileira em termos de vegetação e produção, o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado Federal, declarou que várias audiências públicas conjuntas vêm sendo realizadas com o objetivo de se chegar a um texto mais equilibrado para o Código Florestal. “É um tema muito complexo. O Brasil tem muitos biomas e imensa diversidade em relação aos processos históricos de ocupação das terras. O perfil da agricultura também é variado e vai do pequeno ao grande produtor. Temos que avançar para uma legislação justa e que não deixe de proteger, em hipótese alguma, o meio ambiente”, disse Rollemberg.

Para finalizar, Pedro Ivo anunciou que brevemente serão lançados comitês no Rio Grande Sul, Minas Gerais e Mato Grosso. E você, já aderiu? Participe pegando seu abaixo-assinado no site www.florestafazadiferenca.org.br para coletar assinaturas em sua comunidade e divulgue a petição online.


Serviço:
Para saber mais sobre o Comitê DF
Telefones (61) 8539.4002 e 8142.4282
E-mail comiteflorestasdf@gmail.com




Lançamento do Comitê DF em Defesa das Florestas

Economia associada à ecologia é defendida no lançamento do Comitê DF

por WWF-Brasil

Na segunda-feira (10), a chuva que finalmente chegou ao Distrito Federal, depois de longa e castigante seca, não impediu que o auditório do Museu de República ficasse lotado durante lançamento do Comitê DF em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável. Políticos, estudantes, estudiosos, entidades e movimentos sociais, ambientalistas, artístico-culturais prestigiaram a mobilização da sociedade contra as reformas previstas no Código Florestal, que abrem precedentes para destruição da vegetação nativa em todo o Brasil.

Na abertura, a geógrafa Mônica Veríssimo, membro do Fórum de ONGs ambientalistas, apresentou mapas do DF para explicar sobre a localização das áreas de proteção ambiental e como mudanças na legislação podem influenciar ainda mais na diminuição de áreas verdes, conforme já se vê pelas imagens de satélite a devastação ampla do cerrado no Planalto Central.

Pedro Ivo, do Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, ressaltou a pressão, no Senado Federal, para que o projeto de lei complementar (PLC 30/2011) seja votado ainda em novembro e do quanto essa pressa pode prejudicar as discussões para a elaboração de um texto adequado e comprometido com o cenário político-ambiental internacional e sustentabilidade planetária. “Não querem que o debate avance até 2012 por causa da Rio + 20 (Conferência das Nações Unidas em Desenvolvimento Sustentável), quando mais compromissos ambientais entrarão em cena, como, por exemplo, redução na emissão de carbono pelo Brasil”, destacou.


André Lima, advogado ambientalista, falou sobre o absurdo que o projeto de reforma propõe quanto à possibilidade de se desmatar uma área de cerrado em Brasília e “recuperá-la” no Piauí, por exemplo. Lima, também, convidou todos para se mobilizarem em prol das florestas na 2ª Marcha contra a Corrupção prevista para ocorrer em todo o país no feriado de 12 de outubro.

A estudante Iara Vicente, representando o Comitê Universitário, parabenizou o movimento contra a criação do setor Noroeste em Brasília, local onde vive uma comunidade indígena Fulni-o Tapuya. “Em nome da especulação imobiliária, destrói-se o cerrado e a construtora já está cercando a área dos índios, antes mesmo da decisão judicial. Isso é criminoso, pois santuário não se move e os povos indígenas são guardiões da biodiversidade”, salientou.

Na sequência, o poeta Felipe Viteli, da Tribo das Artes, declamou sobre a situação das regiões administrativas dizendo em um trecho que o “Recanto já não tem emas, as águas já não são claras e a samambaia não dá flor”, fazendo sua crítica poética sobre o descuido ambiental e crescimento desordenado no DF. “Tudo é garantido por lei, mas a lei não é praticada”, declarou.

Já o deputado Alfredo Sirkis (PV-RJ) defendeu a mudança de paradigma para o desenvolvimento nacional e apontou que a reforma, em curso no Senado, retrocede décadas em termos de legislação protecionista do meio ambiente. “É um horror que a liderança da reforma esteja no setor mais atrasado e mafioso dos produtores rurais. A proposta de mudança no Código Florestal vem do setor que promove grilagem de terras, devasta o meio ambiente, oprime trabalhadores dignos e até assassina. É uma direita reacionária que não quer o avanço do país. Temos que lutar pelo desenvolvimento da economia verde”, reforçou Sirkis.

Para ele, o Produto Interno Bruto (PIB) não pode mais ser a única referência de desenvolvimento, pois é um indicador que mensura quantitativamente e não qualitativamente a atividade econômica de um país. “Esperamos que na Rio + 20, um novo conceito de economia seja adotado. Precisamos avaliar também a forma como as nações estão crescendo. Implantar a economia verde é fundamental face às mudanças climáticas e proteção da biodiversidade. Nesse sentido, é importante precificar os serviços ambientais prestados pelos ecossistemas para o desenvolvimento da economia. Precisamos formalizar essa nova maneira de encarar a economia; adotar mecanismos supranacionais para lidar com os problemas planetários”, explicou o senador Sirkis.

O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) lamentou que a reforma do Código Florestal não leve em consideração a opinião dos especialistas que defendem a manutenção das normas sobre as Áreas de Preservação Permanente (APP) e a Reserva Legal (RL), assim como a posição dos movimentos sociais representantes dos pequenos agricultores e da agricultura familiar.

Quanto à diversidade territorial brasileira em termos de vegetação e produção, o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado Federal, declarou que várias audiências públicas conjuntas vêm sendo realizadas com o objetivo de se chegar a um texto mais equilibrado para o Código Florestal. “É um tema muito complexo. O Brasil tem muitos biomas e imensa diversidade em relação aos processos históricos de ocupação das terras. O perfil da agricultura também é variado e vai do pequeno ao grande produtor. Temos que avançar para uma legislação justa e que não deixe de proteger, em hipótese alguma, o meio ambiente”, disse Rollemberg.

Para finalizar, Pedro Ivo anunciou que brevemente serão lançados comitês no Rio Grande Sul, Minas Gerais e Mato Grosso. E você, já aderiu? Participe pegando seu abaixo-assinado no site www.florestafazadiferenca.org.br para coletar assinaturas em sua comunidade e divulgue a petição online.


Serviço:
Para saber mais sobre o Comitê DF
Telefones (61) 8539.4002 e 8142.4282

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Lançamento do Comitê DF em Defesa das Florestas

Na próxima segunda-feira (10/10), às 19h, o Museu da República abre seu auditório para o lançamento oficial do Comitê DF em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, responsável pela mobilização da sociedade e de entidades, no Distrito Federal, contra as reformas previstas no Código Florestal, que propõem anistia a desmatadores e diminuição da vegetação nativa em todo o Brasil, entre outras. 

Para o debate sobre o Código Florestal e seus impactos nas cidades e no país, já estão confirmadas as presenças dos deputados Erika Kokay (PT-DF) e José Reguffe (PDT- DF), do advogado ambientalista André Lima, da consultora de meio ambiente e urbanismo da TV Globo, a geógrafa Mônica Veríssimo, do presidente da Comissão de Direito Ambiental da OAB/DF, Getúlio Humberto Barbosa de Sá. 

Além dos palestrantes, o evento contará com a participação das entidades que compõem o Comitê DF, fundado no dia 3 do mês passado, cujo principal objetivo é ajudar na coleta de assinaturas contra a reforma do Código Florestal, em curso no Senado Federal. “O comitê é um esforço de unir entidades diferentes para lutarem pela mesma causa. Esse tipo de organização só aconteceu no Brasil na campanha das Diretas Já e no movimento Ficha Limpa”, explica Pedro Ivo Batista, membro do Comitê Brasil.

Participe pegando seu abaixo-assinado no sitewww.florestafazadiferenca.org.br para coletar assinaturas em sua comunidade e divulgue a petição online. Faça você também a diferença comparecendo ao Museu da República na próxima segunda-feira e divulgue o blog http://comiteflorestasdf.blogspot.com/

domingo, 2 de outubro de 2011

A tendência é recuperar as florestas, por que iremos diminuir as nossas?


Pesquisa mostra que nos últimos 60 anos, países como a Holanda, Suécia, Polônia, China, Japão, Alemanha, Índia, França e Reino Unido estão protegendo e recuperando suas florestas. Por que nós iremos diminuir as nossas?


Veja o estudo completo aqui...

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Pesquisador defende modernização da agricultura para preservar meio ambiente

COMISSÕES / CÓDIGO FLORESTAL
27/09/2011 - 09h26

O avanço da agricultura brasileira requer políticas para ampliar o uso de inovações científicas e tecnológica pelos agricultores, especialmente os pequenos, na opinião de Elíbio Rech Filho, membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC). Ele participa de audiência conjunta das comissões de Meio Ambiente (CMA), de Ciência e Tecnologia (CCT) e de Agricultura (CRA) sobre a reforma do Código Florestal.

- Devemos intensificar os processos já existentes, uma vez que a intensificação sustentável de produção de alimentos é o maior desafio deste século - frisou o cientista.

Ele lembra que o Brasil ocupa um dos primeiros lugares na exportação de alimentos, como soja, carne bovina e biocombustível. Em contraponto a esse sucesso econômico, disse, houve aumento de pressão sobre o meio ambiente, o que resultou em erosão do solo, contaminação dos rios e perda da biodoversidade.

Para ele, a reforma do Código Florestal é uma oportunidade para prever medidas que promovam o crescimento da produção de alimentos a partir de processos sustentáveis, em harmonia com o meio ambiente. Ele considera que se for dado aos pequenos produtores acesso a terra, à mecanização, a boas sementes, adubo e água, eles produzirão três a quatro vezes o que produzem hoje, podendo manter áreas de reserva legal em suas propriedades.
Conforme observou, a agricultura do futuro deve combinar o uso de uma gama de tecnologias capazes de promover o aumento da produtividade agrícola sem comprometer os recursos naturais. É a chamada agricultura de baixo carbono, que promove a utilização de práticas como o plantio direto, integração lavoura-pecuária, fixação biológica de nutrientes, entre outros.

O texto do código Florestal volta a ser discutido hoje pelo Senado.


Aspectos técnicos do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 30/11, que muda as regras ambientais do país, serão debatidos em audiência conjunta das comissões de Meio Ambiente (CMA), de Ciência e Tecnologia (CCT) e de Agricultura (CRA).  A reunião será nesta terça-feira (27), às 8h30.

Foram convidados para a audiência pública Elíbio Leopoldo Rech Filho, membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Pesquisador da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) - Recursos Genéticos e Biotecnologia; e Ricardo Ribeiro Rodrigues, professor doutor da Universidade de São Paulo.
Os requerimentos para a realização da audiência foram apresentados pelos presidentes das três comissões: senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF), da CMA; senador Eduardo Braga (PMDB-AM), da CCT; e senador Acir Gurgacz (PDT-RO), da CRA.


Fonte: Agência Senado

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Diretamente do facebook


Brasília que o diga! depois que o entorno cresceu desordenadamente, invadindo inclusive nascentes, o clima daqui piorou horrores! muito mais seco e prolongado do que quando tinha mais cerrado por aqui. brevemente faltara agua, ai eu quero ver todo mundo reclamando. águas lindas já está no caos....

‎#florestafazadiferenca - Rodrigo Santoro
De: 

OAB/DF abre debate sobre o Código Florestal

Nesta segunda-feira (26), a Ordem dos Advogados do Brasil Seção do Distrito Federal (OAB-DF), às 19h, recebe em seu auditório como debatedores, o  senador  Jorge Vianna, a ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, o presidente da Comissão de Meio Ambiente no Senado, Rodrigo Rollemberg e o advogado e membro da Comissão de Direito Ambiental da OAB/DF, André Lima.

O objetivo é falar sobre questões que possam trazer maior impacto para o Distrito Federal, desde os aspectos hídricos do cerrado até questões urbanísticas da cidade planejada. Segundo o presidente da Comissão de Direito Ambiental, Getúlio Humberto de Sá, a OAB não poderia deixar de contribuir com os debates. “A OAB/DF tem tido notória participação em questões relevantes da sociedade. O debate em torno do Código Florestal, além de ser uma questão que afeta o meio ambiente, é inquestionavelmente uma questão de cidadania e de direitos humanos”.

As inscrições podem ser feitas pela internet no site da OAB/DF e a contribuição (não obrigatória) é um par tênis (novo ou usado) a ser entregue na recepção do evento. Todos os tênis arrecadados serão doados a atletas carentes.

Participe deste movimento cidadão aderindo ao abaixo-assinado e participando das discussões.

domingo, 25 de setembro de 2011

Situação preocupante no DF


 por Míriam Leitão - 
25.09.2011
 | 
09h00m
COLUNA NO GLOBO

Futuro ameaçado

“Dizem que vai chover neste fim de semana”, me diz, esperançoso, o motorista da Globo em Brasília. Quem vem à capital sempre, como eu faço há três décadas, percebe que as secas têm piorado. O ar em Brasília esteve irrespirável nesta estação em que no centésimo dia sem chuva nasceu minha neta Manuela. Os governantes não têm ideia de que é preciso mitigar os efeitos do clima.
Os governantes que administram a capital concretada no Planalto Central, e que dirigem o país de tão abundante biodiversidade, não parecem ter muita noção das necessidades impostas nestes tempos de mudança climática. Um estudo do Imazon e do Proforest, comparando vários países, dá uma noção de como o debate no Brasil se passa como se fosse travado por alienistas.
O Brasil quer mais facilidade para desmatar, quando inúmeros países que já desmataram estão reconstruindo cobertura florestal. A capital sofre rigores da seca, que fica pior a cada ano, e nunca pensou que pode tomar medidas de mitigação para o futuro que será de piores extremos.
Quando a umidade do ar este ano chegou a 10%, senti aqui o que só havia sentido no deserto da Arábia Saudita. A mãe da presidente chegou a ser internada; a filha de cinco anos de uma ministra sangrava pelo nariz todas as noites. Quem chega de fora sente que tem piorado muito. Puxa-se o ar e é como se ele tivesse dificuldade de entrar nos pulmões, a mucosa nasal fica irritada, a coriza aumenta como numa crise alérgica, a garganta queima, a pele coça, o corpo pesa.
Tudo isso é tratado com naturalidade. E não é normal. Brasília sempre teve invernos secos com calor de dia e frio à noite. O fogo começa em algum lugar, de repente. Uma das queimadas que vi jogou para o ar material particulado que me provocou uma forte reação alérgica. Tudo tem ficado pior a cada ano e a cidade está mergulhada em discussões que parecem bizarras para quem chega de fora e tem noção do contexto.
Os governantes querem autorizar um estacionamento numa área de preservação perto do aeroporto, querem um shopping sobre nascentes que alimentam o Parque Olhos D’Água, na Asa Norte, e a Floresta Nacional vai minguando por ocupações e incêndios. Há uma guerra de pareceres sobre se a água que surge no parque é nascente ou de origem fluvial. É água numa terra calcinada, é isso que importa. Uma foto exibida na sexta-feira no Bom Dia DF mostra como partes do parque que tinham nascentes foram cimentadas para construções. O governo não se dá conta de que é preciso urgente adotar medidas de mitigação para enfrentar secas mais secas e mais longas. É preciso mais cobertura vegetal em Brasília e não mais concreto.
O Brasil inteiro trabalha na direção contrária à lógica e ao bom senso. Este ano o desmatamento está aumentando. No mínimo, o governo deveria se preocupar com a imagem externa, afinal o Brasil está na vitrine por hospedar no ano que vem a Rio+20.
O debate do Código Florestal ressuscita argumentos do século passado sobre as florestas como impedimento ao progresso. Santa Catarina passou por duas enchentes terríveis, a Região Serrana do Rio soterrou moradores, o caudaloso Rio Negro na Amazônia vive mais uma seca recorde que o transformou num fio d’água. E mesmo assim, o Brasil quer menos áreas de preservação permanente (APP).
Brasília e Brasil têm o mesmo comportamento alienado. É como se as mudanças climáticas não estivessem em nossos calcanhares, ameaçando o futuro dos brasileiros que nascem hoje. Minha primeira neta, Mariana, aos 5 anos, tem mais consciência ambiental do que a maioria dos senadores que está hoje discutindo o Código Florestal. Ela é que alerta os pais e avós sobre separação de lixo e detesta histórias em que os bichos morrem. O futuro não nos pertence — é das crianças — mas sobre ele tomamos decisões perigosas e insensatas.
O estudo do Imazon e Proforest nasceu de uma dúvida que surgiu numa reunião do Greenpeace. Será mesmo verdade que o Código Florestal, com as restrições que querem flexibilizar, só existe no Brasil, como a jabuticaba? Quando os ruralistas dizem que um código assim só existe no país querem facilidade para desmatar, perdão para quem desmatou. Quando os ambientalistas estufam o peito e dizem que uma legislação boa assim é criação brasileira se enfraquecem sem saber. O estudo compara legislações do mundo e conclui que o desafio em todos os países é proteger e aumentar coberturas florestais. Estamos na contramão da História.
O estudo foi feito por Ruth Nussbaum, do Proforest, afiliado à Universidade de Oxford, na Inglaterra, e Adalberto Veríssimo, do Imazon. Mostra que quase todos os países seguiram a mesma trilha: aumentaram o desmatamento no começo do século XX, depois estabilizaram e, em seguida, iniciaram programas de reconstrução das coberturas florestais. O Brasil ainda permanece preso à primeira fase e nos últimos anos tudo o que teve para comemorar foi queda do ritmo da destruição. Este ano nem isso poderá comemorar porque o desmatamento aumentou.
O estudo, que será divulgado no começo de outubro, traz estatísticas e constatações. A primeira é que as leis nos países analisados — Estados Unidos, Inglaterra, China, Holanda, Alemanha, entre outros — favorecem o aumento da cobertura e não o contrário; a segunda é que o desmatamento zero é possível; a terceira é que floresta é riqueza e não obstáculo.
O cerrado que queima no coração do Brasil, a Amazônia que tomba ao ritmo de 10 mil km2 por ano, os últimos fragmentos da frágil Mata Atlântica precisam que o Brasil veja o futuro que se aproxima.

sábado, 24 de setembro de 2011

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A reforma do Código Florestal continua e o movimento pelas assinaturas cresce

23 Setembro 2011


Apesar da aprovação, na quarta-feira (21), pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, do relatório do projeto de lei (PLC 30/2011), de autoria do senador Luiz Henrique (PMDB-SC), que promove mudanças no Código Florestal brasileiro, esta foi uma apenas uma etapa e o debate não terminou. Foram quatro horas de discussão entre os senadores, houve divergência e as dúvidas no conteúdo serão avaliadas nas próximas comissões de Agricultura, Ciência e Tecnologia e Meio Ambiente. Muitos avaliam como negativa a decisão, outros não perdem a esperança de que há chances de avançar o debate.

Enquanto isso, confiante, a sociedade não para de se articular e mobilizar esforços para se fazer representar verdadeiramente de forma cidadã. Uma das ações foi a “1ª Maratona de Esclarecimentos sobre as mudanças no Código Florestal”, promovida pelo Comitê Brasil em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável, com a vigília pelas florestas transmitida via streaming no sitewww.florestafazadiferenca.org.br.

A transmissão, ao vivo, 72 horas seguidas, mobilizou pessoas em todo o Brasil e entidades de variados segmentos sociais participaram. Na internet, 24 milhões de usuários do Twitter acompanharam o movimento e se uniram pela hashtag #florestafazadiferença, mostrando o já conhecido poder das redes sociais.

Na quarta-feira, também Dia da Árvore, houve um ato público na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) selando o apoio da igreja contra as mudanças no Código Florestal e o lançamento oficial do abaixo-assinado (veja aqui a versão online), cuja adesão tem aumentado na medida em que a população tem se conscientizado e compreendido os malefícios que as reformas na lei florestal podem causar a si mesma, às cidades e às reservas naturais.

Nesse sentido, outros eventos estão ocorrendo presencialmente em vários estados,  como hoje na Avenida Paulista, em São Paulo, a coleta de assinaturas e, em Brasília, a reunião de estudantes no campus da Universidade de Brasília (UnB), cujo comitê universitário já enviou carta-aberta ao senador Jorge Vianna (PT-AC).

Programe-se e participe 

Na agenda, haverá, nesta sexta-feira (23), o Painel Justiça Climática, na Igreja Anglicana (IEAB), localizada na 309 sul em Brasília, com a participação da ex-senadora Marina Silva, que, preocupada com a intenção de acelerar a votação do Código para finalizá-la em outubro, disse que não houve disposição de acolher as contribuições da sociedade. Segundo Marina, o texto aprovado no Senado está tão ruim quanto o aprovado na Câmara.

No fim de semana, na capital federal, membros do Comitê DF em Defesa das Florestas e do Desenvolvimento Sustentável promovem, nodomingo (25), os abaixo-assinados em uma bicicletada (pelo dia mundial sem carro), a partir das 8h30min na Praça do Museu da República. E, na 213 norte, haverá o Abraço no Parque Olhos D´Agua, às 10h, em prol da proteção das nascentes entre outros.

Na segunda-feira (26), a Ordem dos Advogados do Brasil Seção do Distrito Federal (OAB-DF), às 19h, recebe em seu auditório como debatedores, o  senador  Jorge Vianna, a ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, o presidente da Comissão de Meio Ambiente no Senado, Rodrigo Rollemberg e o advogado e membro da Comissão de Direito Ambiental da OAB/DF, André Lima.

O objetivo é falar sobre questões que possam trazer maior impacto para o Distrito Federal, desde os aspectos hídricos do cerrado até questões urbanísticas da cidade planejada. Segundo o presidente da Comissão de Direito Ambiental, Getúlio Humberto de Sá, a OAB não poderia deixar de contribuir com os debates. “A OAB/DF tem tido notória participação em questões relevantes da sociedade. O debate em torno do Código Florestal, além de ser uma questão que afeta o meio ambiente, é inquestionavelmente uma questão de cidadania e de direitos humanos”.

As inscrições podem ser feitas pela internet no site da OAB/DF e a contribuição é um par tênis (novo ou usado) a ser entregue na recepção do evento. Todos os tênis arrecadados serão doados a atletas carentes.

Participe deste movimento cidadão aderindo ao abaixo-assinado e participando das discussões.



Fonte: WWF-Brasil

Produtores brasileiros combinam agropecuária com preservação ambiental


por Jaime Ortega Carrascal.
Sorriso (Brasil), 23 set (EFE).- Produzir alimentos em grande escala e ao mesmo tempo preservar ou recuperar parte da vegetação nativa destruída há anos pelo avanço da fronteira agrícola é o objetivo de alguns produtores rurais brasileiros decididos a reduzir a zero seus passivos ambientais.
Um desses modelos de gestão pode ser observado em Sorriso, um próspero município de 66,5 mil habitantes fundado há apenas 25 anos no centro do estado do Mato Grosso por descendentes de italianos e alemães vindos do sul do Brasil e onde alguns combinam a excelência agropecuária com o respeito ao meio ambiente. Leia mais aqui...

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